|
|
|
INSTITUTO de
ESTUDOS sobre o MODERNISMO |
|
|
Publicações Actividades
Historial
|
INSTITUTO de ESTUDOS sobre o MODERNISMO Publicações (ver Lista)
|
|
|
Teresa Rita
Lopes, Pessoa por Conhecer – Roteiro
para uma expedição. Vol. I. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.
«Os
exploradores da arca perdida |
|
1 |
|
Teresa Rita
Lopes, Pessoa por Conhecer – Textos
para um novo mapa. Vol. II.
Lisboa, Editorial Estampa, 1990.
|
|
2 |
|
Teresa Rita
Lopes (ed.), Álvaro de Campos: Livro
de Versos (edição crítica). Lisboa, Estampa,1993.
«Pessoa previu o Livro
de Campos: indicou o primeiro e último poemas e o que chamou a sua
“evolução”. O Livro de Versos de Campos (...) é o diário de uma viagem
– a dessa vida. Essa apresentação, como a de um diário, é uma das novidades
deste livro. Outra é revelar mais setenta e nove poemas que a Edição Crítica
(publicada em 1990). E o triplo dos poemas de Campos até ai conhecidos». |
3 |
||
Pessoa
Inédito (trabalho de equipa, orientação de
Teresa Rita Lopes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.
«Pessoa Inédito não é
uma publicação de avulsos inéditos para alimento duma superficial ânsia de
novidade. É o resultado duma aventurosa expedição de exploradores voluntários
que, em 1988, quiseram dar comemorar agindo: dando a conhecer uma obra de que
muito se fala e, afinal, pouco se conhece». |
4 |
||
Lisboa,
o que o turista deve ver (apresentação de Teresa Rita
Lopes, tradução do inglês de Amélia Gomes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.
«A publicação deste
inédito de Fernando Pessoa revela um texto que, ao contrário da maior parte
dos seus inéditos, estava completo, dactilografado e pronto para ser
publicado. Este guia, provavelmente datado de 1925, inseria-se num amplo
projecto de publicações a editar por Pessoa para dignificar Portugal.» |
5 |
||
Teresa
Rita Lopes (ed.), Vida e Obras do Engenheiro Álvaro de Campos. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.
|
|
6 |
|
Fernando
Cabral Martins, O Modernismo em Mário de Sá Carneiro. Lisboa, Estampa,
1994.
|
|
7 |
|
Luisa
Freire (org. e tradução), Fernando Pessoa, Poesia Inglesa. Lisboa,
Livros Horizonte,1995.
Ao contrário da
edição crítica, esta é uma edição bilingue. Pela tradução da Poesia Inglesa
de Fernando Pessoa, ganhou Luísa Freire o Prémio de Tradução do PEN Club e da
Associação Portuguesa de Tradutores. |
|
8 |
|
Manuela
Parreira da Silva (org.),Fernando Pessoa. Correspondência Inédita;
Lisboa, Livros Horizonte,1996.
|
|
9 |
|
|
Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Notas
para a Recordação do meu Mestre Caeiro. Lisboa, Editorial Estampa, 1997. |
|
10 |
|
Fernando
Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Mensagem. Lisboa, Assírio &
Alvim, 1997.
«Mensagem é o único livro de poemas
de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É “um só
poema”, como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das
grandezas de outrora da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo
Quinto Império» |
11 |
||
|
|
Luísa
Medeiros (ed.), Fernando Pessoa, A Língua Portuguesa. Lisboa, Assírio
& Alvim, 1997.
«Nesta obra podemos encontrar
reflexões de Pessoa sobre a ortografia da língua, a defesa e ilustração da
mesma, a análise de estrangeirismos, de usos e desusos de determinadas
palavras, alguns ensaios sobre língua internacional e sobre as cinco línguas
imperiais, a reflexão sobre a problemática das línguas e sobre a mítica Torre
de Babel.» |
12 |
|
|
|
Teresa Rita
Lopes (ed.), Fernando Pessoa, A Hora do Diabo. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.
«A Hora do Diabo, juntamente com Fausto, o poema dramático que Pessoa
foi escrevendo ao longo da vida, é um dos mais longínquos projectos do jovem
Pessoa, correspondendo este texto, não a uma curiosidade literária, mas a um
tema que o poeta sempre desejou desenvolver.» |
13 |
|
|
|
Richard
Zenith (ed.), Bernardo Soares, Livro do Desassossego. Lisboa, Assírio
& Alvim, 1998. «O Livro do Desassossego é
para nós, hoje, um manual de sobrevivência. (...) Em toda a sua grande
diversidade e fragmentação existe, ainda assim, um refrão constante: mais
vale viver na imaginação do que no mundo real. (...) Pessoa, um pós-modernista
‘avant la lettre’, deixou-nos o livro, ou anti-livro, mais emblemático do
final deste século”.» |
14 |
|
|
|
Teresa
Rita Lopes (ed.), Fernando Pessoa, Vivendo e escrevendo. Lisboa,
Assírio & Alvim, 1998. « Com este livro, a editora
pretende colocar à disposição do grande público um pequeno livro de imagens a
preço acessível: para que, quando passear por Lisboa, possa, por exemplo, ir
percorrendo os locais onde o poeta viveu e os cenários que inspiraram a sua
obra.» |
15 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins (ed.), Ficções do Interlúdio. Lisboa, Assírio &
Alvim, 1998. «Quando se afirma que Pessoa,
durante a sua vida, editou apenas um livro em português, Mensagem,
esquece-se facilmente a quantidade de textos e poemas que foi publicando nas
mais diversas revistas em que colaborou.» |
16 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins (ed.), Mário
de Sá-Carneiro, Primeiros Contos. Lisboa,
Assírio & Alvim, 1999. «Primeiros
Contos, semi-esquecidos ou
dispersos, laboratório de alquimia negra e esfuziante que Mário de
Sá-Carneiro havia de desenvolver, nos anos de Orpheu, com as suas narrativas
maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo.» |
17 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins (ed.), Mário
de Sá-Carneiro, Céu em Fogo. Lisboa,
Assírio & Alvim, 1999 «Sem ser uma edição crítica (utiliza
como base a primeira, preparada em 1915, um ano antes do autor morrer), actualiza
a ortografia e contém breves notas sobre cada uma das oito novelas que
constituem o livro. Céu em Fogo “pode ser algo como o resgate de
Orfeu e Narciso do inferno da culpa. Uma inesperada eclosão de sentimentos
fortes e felizes no sumptuoso negrume do mistério sem limite.”» |
18 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins (ed.), Mário
de Sá-Carneiro, A Confissão de Lúcio. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999 «Narrativa absurda, em que o puro
desejo de ficção cria personagens e as destrói, A Confissão de Lúcio
aborda uma obsessão cara ao autor: a condição de duplo e o
assassínio-suicídio.» |
19 |
|
|
|
Richard Zenith (ed.), Barão de Teive, A Educação
do Estóico. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999. «A Educação do Estóico é uma obra
inédita de Fernando Pessoa, uma surpreendente crónica pessoal e o único
manuscrito atribuído ao seu semi-heterónimo Barão de Teive, que nos dá conta
das grandes questões objecto da sua reflexão (e agentes do seu sofrimento): a
inviabilidade do binómio moral/inteligência no indivíduo, os entraves ao
relacionamento com o sexo oposto, a dor que advém do exercício da razão, a
falácia do sonho.» |
20 |
|
|
|
Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa,
O Banqueiro Anarquista. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999. «Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser
anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou
que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa,
contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo
descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas
até chegar à “técnica do anarquista”.» |
21 |
|
|
|
Manuela
Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, Correspondência (1905-1922),
vol. I. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999. «Procura dar-se a conhecer melhor os
bastidores do “teatro” heteronímico pessoano, acompanhando-se o escritor
desde os tempos de A Águia até ao momento da sua consagração na Presença,
apresentando-se, através das cartas dirigidas a destinatários pouco
conhecidos ou afastados do universo artístico.» |
22 |
|
|
|
Manuela
Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, Correspondência (1923-1935),
vol. II. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999. «Neste segundo volume de correspondência,
reúnem-se as cartas de Fernando Pessoa escritas entre 1923 e 1935,
incluindo-se cartas anteriormente publicadas de forma avulsa em jornais,
revistas, prefácios, em livro ou obras de carácter ensaístico, num livro
imprescindível para a compreensão da obra deste autor.» |
23 |
|
|
|
Luísa Freire (ed. e tradução), Alexander Search, Poesia.
Lisboa, Assírio & Alvim, 1999. «São os poemas escritos em inglês
por Fernando Pessoa sob o nome de Alexander Search. Luísa Freire traduziu-os e
foi premiada pelo seu excelente trabalho (em 1996, aquando da primeira edição
portuguesa destes poemas, escritos em inglês).» |
24 |
|
|
|
Luísa Freire (ed. e tradução), Poesia Inglesa
I, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999. «Depois da poesia bilingue de Alexander
Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa.
Inicialmente previa-se um só volume.» |
25 |
|
|
|
Luísa Freire (ed. e tradução), Alexander Search, Poesia
Inglesa II. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000. «Contudo, a descoberta de perto de
cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro.» |
26 |
|
|
|
Manuela
Parreira da Silva (ed.), Ricardo Reis, Prosa. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2000. «Ricardo Reis é, sobretudo, um
poeta, mas a verdade é que Pessoa o quis também prosador, sem lhe definir
rigorosamente o ‘corpus’, mas deixando estimulantes pistas de investigação.
(...) Este médico-poeta revela-se aqui como autor de prosa, assumindo a
responsabilidade de dar a conhecer a obra do Mestre Caeiro, de forma preciosa
para a compreensão da obra do “Grande Pã”.» |
27 |
|
|
|
Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Heróstrato e a
Busca da Imortalidade. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.
«No ano de 356 antes de Cristo, foi
reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por
Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a
única oportunidade de alcançar a fama imortal. O intuito de Fernando Pessoa
neste livro, “era estudar a imortalidade - entendida como celebridade
póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações.» |
28 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins e Richard Zenith (ed.), Alberto
Caeiro, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.
«Leituras melhoradas, poemas e
fragmentos inéditos e posfácios de ambos os investigadores constituem um
significativo enriquecimento do “corpus” até agora conhecido.» |
29 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Crítica
– Ensaios, Artigos e Entrevistas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001. «Esta edição organiza ensaios,
artigos e entrevistas escritos por Fernando Pessoa ao longo da sua vida,
reunindo “todos os textos por Pessoa publicados que não sejam de poesia ou
ficção: todos os textos de teoria, de divulgação e até de provocação, sem
excepção de temas, desde a arte até ao comércio, passando pela política e a
sociologia”.» |
30 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e
Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Nome de Guerra.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2001. |
31 |
|
|
|
Manuela
Parreira da Silva (ed.), Mário
de Sá-Carneiro, Cartas de Mário de Sá-Carneiro a Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001. «Se aquilo que sobressai neste
conjunto de cartas é o drama íntimo daquele que as envia, não é menos
evidente que é fundamentalmente de literatura, de arte que se trata, que é
também a história da geração de Orpheu que, através delas, se torna
mais clara, mais rica.» |
32 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins (ed), Mário de Sá-Carneiro, Poemas Completos. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.
|
33 |
|
|
|
Richard Zenith (ed), Nathaniel Hawthorne, A Letra
Encarnada, tradução de Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim,
2002.
«Nathaniel Hawthorne (1804-1864),
descendente de um dos juízes responsáveis pela condenação à morte das “bruxas
de Salem”, em 1862, preocupava-se muito com as questões relativas à
moralidade e ao preconceito. (...) De tudo isto pouco ou nada poderia seduzir
Pessoa, indiferente ao problema do bem e do mal em termos individuais, por
achar que um ser humano — seja bom ou mau — é o resultado de forças
exteriores que não controla.» |
34 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada
Negreiros, Ficções. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.
|
35 |
|
|
|
Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Poesia.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.
«Este volume corresponde ao
propósito de Pessoa de organizar esse livro de Álvaro de Campos que ele
próprio previu, para que indicou o primeiro poema, sem data mas aparentemente
de 1914, e o último datado de 3/2/1935.» |
36 |
|
|
|
Luísa
Freire (ed.), Fernando Pessoa, Quadras. Lisboa, Assírio & Alvim,
2002. «Desconhecem-se os motivos que terão
levado Fernando Pessoa a escrever, nos últimos dois anos de vida, ou seja,
num período de maturidade na sua escrita, cerca de quatrocentas quadras “ao
gosto popular”.» |
37 |
|
|
|
Richard Zenith (ed), Fernando Pessoa, Aforismos
e Afins. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2003. «Fernando Pessoa amava o dito
espirituoso, a máxima graciosa, a expressão sintética, o paradoxo. A maioria
dos aforismos presentes nesta obra são inéditos, sendo que muitos deles estão
escritos em inglês, uma das suas línguas maternas.» |
38 |
|
|
|
Richard Zenith (ed), Fernando Pessoa, Escritos
Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal. Lisboa, Assírio & Alvim, 2003. «Em Escritos Autobiográficos,
Automáticos e de Reflexão Pessoal colige-se o diário de Fernando Pessoa,
os seus textos mediúnicos e os textos reflexivos que versam uma variedade de
temas. Os leitores deste livro ficarão a conhecer os dias em que Pessoa ia à
faculdade, e aqueles em que não ia, os muitos livros que lia por dia, e os
dias em que, como o poeta explica, não fez absolutamente nada.» |
39 |
|
|
|
Manuela Parreira da Silva (ed.), Ricardo Reis, Poesia.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2003. Esta edição da Poesia de
Ricardo Reis reúne as odes publicadas em vida de Fernando Pessoa nas revistas
Athena (1924) e Presença (1927-1933), bem como todas as
outras odes e poemas, atribuídos (ou atribuíveis) a Ricardo Reis, publicados
postumamente. Dá ainda a conhecer uma ode inédita. |
40 |
|
|
|
Manuela Parreira da Silva, Realidade e Ficção
– para uma biografia epistolar de Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2004. «A correspondência de e para
Fernando Pessoa é um corpus denso, percorrido por uma permanente tensão entre
privado e público, realidade e ficção. É, por isso também, um corpo-média
entre a vida e a obra pessoanas: nem absolutamente confidencial, nem
inteiramente exposto.» |
41 |
|
|
|
Luísa Freire, Fernando Pessoa: Entre Vozes,
Entre Línguas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2004. «Reconhecendo em si vários eus
contraditórios, não abarcáveis numa única identidade, não exprimíveis numa só
voz (nem numa só língua), o poeta viaja-se ou ‘voa’ outros, isto é,
desprende-se de si libertando-se nesses outros e dizendo-se entre vozes,
entre línguas.» |
42 |
|
|
|
Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e
Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia 1902-1917. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2005. «Este é o primeiro de três volumes
em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por
Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias.
Inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a
conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao ano de 2005.» |
43 |
|
|
|
Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e
Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia 1918-1930. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2005. « Da revisão e refixação destes
poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da
Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições
do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima.» |
44 |
|
|
|
Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e
Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia Poesia 1931-1935 e não datada.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2006. «À semelhança do que acontece com os
dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas
publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer
postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas
inéditos..» |
45 |
|
|
|
Paula Cristina Costa, António Ramos Rosa, Um
poeta in Fabula. Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2005. |
46 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e
Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Poemas.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2005. |
47 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar,
Mariana P. Santos e Sara Afonso Ferreira (ed.), José de Almada Negreiros, Manifestos
e Conferências. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006. |
48 |
|
|
|
Richard
Zenith (ed.). Poesia do Eu. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2006 «Incluem-se, em primeiro lugar,
todos os poemas ortónimos em português que o próprio poeta publicou. Da sua enorme
produção, que foi sendo conhecida postumamente, outros poemas foram
escolhidos pela sua qualidade literária e o seu interesse temático, bem como
por representarem diversos períodos e estilos.» Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa |
49 |
|
|
|
Richard Zenith (ed.), Fernando
Pessoa, Cartas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
50 |
|
|
|
Manuela Rocha (tradução) e Richard
Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2007. «Interessar-nos pela
vida íntima de Pessoa, longe de ser um acto de voyeurismo, com o intuito de
descobrir o artista escondido por detrás da sua arte, é aprofundar o nosso
conhecimento dessa arte na sua globalidade.» Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
51 |
|
|
|
Richard
Zenith (ed.). Livro do Desassossego. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2007. Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
52 |
|
|
|
Luísa Freire (trad.), Richard Zenith (ed.). Poesia
Inglesa. Lisboa, Assírio
& Alvim, 2007. «Para além dos muitos
poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The
Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de
Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês – todos
acompanhados de uma tradução em português.» Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
53 |
|
|
|
Richard
Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2007. Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
54 |
|
|
|
Richard
Zenith (ed.). Poesia dos Outros Eus. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2007. «Pessoa, ainda
na infância, não inventava uns amiguinhos fictícios quaisquer, mas sim amigos
escritores com quem fazia brincadeiras cada vez mais literárias.» Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
55 |
|
|
|
Richard Zenith (ed.), Fernando
Pessoa, Prosa Publicada em Vida.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. Colecção: Obra Essencial de Fernando
Pessoa |
56 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins (ed.). Ficções
do Interlúdio - poemas publicados em vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. «Esta é uma série de poemas de que o
acaso está excluído. Cada um corresponde a uma escolha que Pessoa faz para
publicação — de entre o conjunto impressionante dos seus escritos, tal como
hoje o conhecemos. O resultado é uma apresentação perfeita do diálogo
heteronímico, passando por alguns dos momentos-chave da moderna poesia em
português.» |
57 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Mensagem.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. |
58 |
|
|
|
Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Poemas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. «Primeiro, Sá-Carneiro teve
sobretudo o génio de querer ter génio, pois a sua ânsia de Novo apenas
encontrou formas recolhidas da tradição, de Nobre a Pessanha, tornadas mais
intensas pelo luxo das imagens e pelo desfazer anti-romântico do ‘Eu’
sentimental — no que acompanhou o seu grande amigo Pessoa.» |
59 |
|
|
|
Ana Maria Freitas (ed.). Quaresma,
Decifrador. Lisboa, Assírio & Alvim, 2008. «Nesta edição surge reconstituído
pela primeira vez o conjunto das novelas policiárias de Fernando Pessoa, por
ele reunidas sob o título Quaresma, Decifrador. Estes textos, na sua
maioria inéditos, têm merecido pouca atenção dos estudiosos e nunca, até este
momento, tinham sido publicados no seu todo.» |
60 |
|
|
|
Fernando
Cabral Martins (coord.), Dicionário de
Fernando Pessoa e do Modernismo Português. Lisboa, Ed. Caminho, 2008.
Um conjunto de oito dezenas de especialistas consagra
mais de seis centenas de artigos de síntese aos principais nomes, títulos,
imagens e temas que se relacionam com Fernando Pessoa. |
61 |
|
|
|
Lista
1.
Teresa Rita Lopes, Pessoa por Conhecer – Roteiro para uma
expedição. Vol. I. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.
2.
Teresa Rita Lopes, Pessoa por Conhecer – Textos Para um Mapa.
Vol. II. Lisboa, Editorial Estampa,
1990.
3.
Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos: Livro de Versos
(ed. Crítica). Lisboa, Estampa,1993.
4.
Pessoa Inédito (trabalho de equipa, orientação de Teresa Rita Lopes).
Lisboa, Livros Horizonte, 1993.
5.
Lisboa, o que o turista deve
ver (apresentação de Teresa Rita Lopes,
tradução do inglês de Amélia Gomes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.
6.
Teresa Rita Lopes (ed.), Vida e Obras do Engenheiro Álvaro de Campos. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.
7.
Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Poemas Completos. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.
8.
Fernando Cabral Martins, O
Modernismo em Mário de Sá Carneiro. Lisboa, Estampa, 1994.
9.
Luisa Freire (org. e
tradução), Fernando Pessoa, Poesia Inglesa. Lisboa, Livros
Horizonte,1995.
10. Manuela Parreira da Silva (org.),Fernando Pessoa. Correspondência
Inédita; Lisboa, Livros Horizonte,1996.
12.
Fernando Cabral Martins (ed.),
Fernando Pessoa, Mensagem. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.
13.
Luísa Medeiros (ed.), Fernando
Pessoa, A Língua Portuguesa. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.
14.
Teresa Rita Lopes (ed.),
Fernando Pessoa, A Hora do Diabo. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.
29.
Richard
Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Heróstrato e a Busca da Imortalidade.
Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.
30.
Fernando
Cabral Martins e Richard Zenith (ed.), Alberto Caeiro, Poesia. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2001.
34.
Fernando Cabral Martins (ed), Mário de Sá-Carneiro, Poemas Completos. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.
35.
Richard
Zenith (ed), Nathaniel Hawthorne, A Letra Encarnada, tradução de Fernando
Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.
36.
Fernando
Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada
Negreiros, Ficções. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.
37.
Teresa
Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim,
2002.
51. Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Cartas. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2007. 52. Manuela Rocha (tradução) e Richard Zenith (ed.). Prosa Íntima
e de Autoconhecimento. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. 53. Richard Zenith (ed.). Livro do Desassossego. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2007. 54.
Luísa Freire (trad.), Richard Zenith (ed.). Poesia
Inglesa. Lisboa, Assírio
& Alvim, 2007. 55. Richard Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa,
Assírio & Alvim, 2007. 56. Richard Zenith (ed.). Poesia dos Outros "eus". Lisboa,
Assírio & Alvim, 2007. 57. Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Prosa Publicada em
Vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. 58. Fernando Cabral Martins (ed.). Ficções do Interlúdio - poemas
publicados em vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007. 59.
Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Poemas.
Lisboa, Assírio & Alvim,
2007. 60. Ana Maria Freitas (ed.). Quaresma, Decifrador. Lisboa, Assírio &
Alvim, 2008. 61. Fernando
Cabral Martins (coord.), Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português. Lisboa: Ed. Caminho, 2008. |
|
|
|
www.fcsh.unl.pt/ |
|
|
|
|
Desenho: Almada Negreiros (1893-1970), Mulher
sentada lendo, 1934. |
|
|
|