INSTITUTO de ESTUDOS sobre o MODERNISMO

 

 

Apresentação

Investigação

Projectos

Publicações

Actividades

Historial

Estatutos 

Contactos

Ligações

INSTITUTO de ESTUDOS sobre o MODERNISMO

Publicações  (ver Lista)

 

 

Teresa Rita Lopes, Pessoa por ConhecerRoteiro para uma expedição. Vol. I. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.

«Os exploradores da arca perdida
Parece incrível que uma grande parte da obra de Pessoa esteja ainda inédita, mas é verdade. Há os que dizem que o que se não conhece são insignificâncias ou rascunhos – o que é mentira. Mas há uma única maneira de tirar a limpo essas mentiras e verdades: é dar a conhecer essa obra. Não basta falar dela, é preciso deixar que ela fale por si própria» (TRL, 1990).

    1   

Teresa Rita Lopes, Pessoa por ConhecerTextos para um novo mapa. Vol. II.  Lisboa, Editorial Estampa, 1990.

    2   

Teresa Rita Lopes (ed.),  Álvaro de Campos: Livro de Versos (edição crítica). Lisboa, Estampa,1993.

«Pessoa previu o Livro de Campos: indicou o primeiro e último poemas e o que chamou a sua “evolução”. O Livro de Versos de Campos (...) é o diário de uma viagem – a dessa vida. Essa apresentação, como a de um diário, é uma das novidades deste livro. Outra é revelar mais setenta e nove poemas que a Edição Crítica (publicada em 1990). E o triplo dos poemas de Campos até ai conhecidos».

Clique Aqui para Ver a Imagem Ampliada

    3   

Pessoa Inédito (trabalho de equipa, orientação de Teresa Rita Lopes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.

«Pessoa Inédito não é uma publicação de avulsos inéditos para alimento duma superficial ânsia de novidade. É o resultado duma aventurosa expedição de exploradores voluntários que, em 1988, quiseram dar comemorar agindo: dando a conhecer uma obra de que muito se fala e, afinal, pouco se conhece».

    4   

Lisboa, o que o turista deve ver (apresentação de Teresa Rita Lopes, tradução do inglês de Amélia Gomes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.

«A publicação deste inédito de Fernando Pessoa revela um texto que, ao contrário da maior parte dos seus inéditos, estava completo, dactilografado e pronto para ser publicado. Este guia, provavelmente datado de 1925, inseria-se num amplo projecto de publicações a editar por Pessoa para dignificar Portugal.»

    5   

Teresa Rita Lopes (ed.), Vida e Obras do Engenheiro Álvaro de Campos. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.

    6   

Fernando Cabral Martins, O Modernismo em Mário de Sá Carneiro. Lisboa, Estampa, 1994.

    7   

 

Luisa Freire (org. e tradução), Fernando Pessoa, Poesia Inglesa. Lisboa, Livros Horizonte,1995.

Ao contrário da edição crítica, esta é uma edição bilingue. Pela tradução da Poesia Inglesa de Fernando Pessoa, ganhou Luísa Freire o Prémio de Tradução do PEN Club e da Associação Portuguesa de Tradutores.

 

    8   

 

Manuela Parreira da Silva (org.),Fernando Pessoa. Correspondência Inédita; Lisboa, Livros Horizonte,1996.

 

    9   

 

Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Notas para a Recordação do meu Mestre Caeiro. Lisboa, Editorial Estampa, 1997.

 

   10 

Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Mensagem. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.

«Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É “um só poema”, como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto das grandezas de outrora da nação — que se reflectem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império»

Mensagem

   11 

 

Luísa Medeiros (ed.), Fernando Pessoa, A Língua Portuguesa. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.

«Nesta obra podemos encontrar reflexões de Pessoa sobre a ortografia da língua, a defesa e ilustração da mesma, a análise de estrangeirismos, de usos e desusos de determinadas palavras, alguns ensaios sobre língua internacional e sobre as cinco línguas imperiais, a reflexão sobre a problemática das línguas e sobre a mítica Torre de Babel.»

Língua Portuguesa (A)

   12 

 

Teresa Rita Lopes (ed.), Fernando Pessoa, A Hora do Diabo. Lisboa,  Assírio & Alvim, 1997.

«A Hora do Diabo, juntamente com Fausto, o poema dramático que Pessoa foi escrevendo ao longo da vida, é um dos mais longínquos projectos do jovem Pessoa, correspondendo este texto, não a uma curiosidade literária, mas a um tema que o poeta sempre desejou desenvolver.»

Hora do Diabo (A)

   13 

 

Richard Zenith (ed.), Bernardo Soares, Livro do Desassossego. Lisboa, Assírio & Alvim, 1998.

«O Livro do Desassossego é para nós, hoje, um manual de sobrevivência. (...) Em toda a sua grande diversidade e fragmentação existe, ainda assim, um refrão constante: mais vale viver na imaginação do que no mundo real. (...) Pessoa, um pós-modernista ‘avant la lettre’, deixou-nos o livro, ou anti-livro, mais emblemático do final deste século”.»

Livro do Desassossego, Bernardo Soares

   14 

 

Teresa Rita Lopes (ed.), Fernando Pessoa, Vivendo e escrevendo. Lisboa, Assírio & Alvim, 1998.

« Com este livro, a editora pretende colocar à disposição do grande público um pequeno livro de imagens a preço acessível: para que, quando passear por Lisboa, possa, por exemplo, ir percorrendo os locais onde o poeta viveu e os cenários que inspiraram a sua obra.»

Clique para ler a sinopse de

   15 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Ficções do Interlúdio. Lisboa, Assírio & Alvim, 1998.

«Quando se afirma que Pessoa, durante a sua vida, editou apenas um livro em português, Mensagem, esquece-se facilmente a quantidade de textos e poemas que foi publicando nas mais diversas revistas em que colaborou.»

Ficções do Interlúdio (1914-1935)

   16 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Primeiros Contos. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«Primeiros Contos, semi-esquecidos ou dispersos, laboratório de alquimia negra e esfuziante que Mário de Sá-Carneiro havia de desenvolver, nos anos de Orpheu, com as suas narrativas maiores A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo

Primeiros Contos

   17 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Céu em Fogo. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999

«Sem ser uma edição crítica (utiliza como base a primeira, preparada em 1915, um ano antes do autor morrer), actualiza a ortografia e contém breves notas sobre cada uma das oito novelas que constituem o livro. Céu em Fogo “pode ser algo como o resgate de Orfeu e Narciso do inferno da culpa. Uma inesperada eclosão de sentimentos fortes e felizes no sumptuoso negrume do mistério sem limite.”»

Céu em Fogo

   18 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, A Confissão de Lúcio. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999

«Narrativa absurda, em que o puro desejo de ficção cria personagens e as destrói, A Confissão de Lúcio aborda uma obsessão cara ao autor: a condição de duplo e o assassínio-suicídio.»

Confissão de Lúcio (A)

   19 

 

Richard Zenith (ed.), Barão de Teive, A Educação do Estóico. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«A Educação do Estóico é uma obra inédita de Fernando Pessoa, uma surpreendente crónica pessoal e o único manuscrito atribuído ao seu semi-heterónimo Barão de Teive, que nos dá conta das grandes questões objecto da sua reflexão (e agentes do seu sofrimento): a inviabilidade do binómio moral/inteligência no indivíduo, os entraves ao relacionamento com o sexo oposto, a dor que advém do exercício da razão, a falácia do sonho.»

Educação do Estóico, Barão de Teive (A)

   20 

 

Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, O Banqueiro Anarquista. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«Causa certa estranheza a ideia de que um banqueiro possa ser anarquista, imaginando-se talvez que seja um anarquista não praticante, ou que o seja na teoria, mas não na prática. O banqueiro retratado por Pessoa, contudo, considera toda a sua vida exemplificativa do verdadeiro anarquismo descrevendo como, desde jovem, foi resolvendo diversas contradições e dúvidas até chegar à “técnica do anarquista”.»

Banqueiro Anarquista (O)

   21 

 

Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, Correspondência (1905-1922), vol. I. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«Procura dar-se a conhecer melhor os bastidores do “teatro” heteronímico pessoano, acompanhando-se o escritor desde os tempos de A Águia até ao momento da sua consagração na Presença, apresentando-se, através das cartas dirigidas a destinatários pouco conhecidos ou afastados do universo artístico.»

Correspondência (1905-1922)

   22 

 

Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, Correspondência (1923-1935), vol. II. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«Neste segundo volume de correspondência, reúnem-se as cartas de Fernando Pessoa escritas entre 1923 e 1935, incluindo-se cartas anteriormente publicadas de forma avulsa em jornais, revistas, prefácios, em livro ou obras de carácter ensaístico, num livro imprescindível para a compreensão da obra deste autor.»

Correspondência (1923-1935)

   23 

 

Luísa Freire (ed. e tradução), Alexander Search, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«São os poemas escritos em inglês por Fernando Pessoa sob o nome de Alexander Search. Luísa Freire traduziu-os e foi premiada pelo seu excelente trabalho (em 1996, aquando da primeira edição portuguesa destes poemas, escritos em inglês).»

Poesia, Alexander Search

   24 

 

Luísa Freire (ed. e tradução), Poesia Inglesa I, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.

«Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume.»

Poesia Inglesa I

   25 

 

Luísa Freire (ed. e tradução), Alexander Search, Poesia Inglesa II. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.

«Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro.»

Poesia Inglesa II

   26 

 

Manuela Parreira da Silva (ed.), Ricardo Reis, Prosa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.

«Ricardo Reis é, sobretudo, um poeta, mas a verdade é que Pessoa o quis também prosador, sem lhe definir rigorosamente o ‘corpus’, mas deixando estimulantes pistas de investigação. (...) Este médico-poeta revela-se aqui como autor de prosa, assumindo a responsabilidade de dar a conhecer a obra do Mestre Caeiro, de forma preciosa para a compreensão da obra do “Grande Pã”.»

Prosa, Ricardo Reis

   27 

 

Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Heróstrato e a Busca da Imortalidade. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.

«No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. O intuito de Fernando Pessoa neste livro, “era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações.»

Heróstrato e a Busca da Imortalidade

   28 

 

Fernando Cabral Martins e Richard Zenith (ed.), Alberto Caeiro, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

«Leituras melhoradas, poemas e fragmentos inéditos e posfácios de ambos os investigadores constituem um significativo enriquecimento do “corpus” até agora conhecido.»

Poesia, Alberto Caeiro

   29 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Crítica – Ensaios, Artigos e Entrevistas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

«Esta edição organiza ensaios, artigos e entrevistas escritos por Fernando Pessoa ao longo da sua vida, reunindo “todos os textos por Pessoa publicados que não sejam de poesia ou ficção: todos os textos de teoria, de divulgação e até de provocação, sem excepção de temas, desde a arte até ao comércio, passando pela política e a sociologia”.»

Crítica

   30 

 

Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Nome de Guerra. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

Nome de Guerra

   31 

 

Manuela Parreira da Silva (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Cartas de Mário de Sá-Carneiro a Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

«Se aquilo que sobressai neste conjunto de cartas é o drama íntimo daquele que as envia, não é menos evidente que é fundamentalmente de literatura, de arte que se trata, que é também a história da geração de Orpheu que, através delas, se torna mais clara, mais rica.»

Cartas de Mário de Sá-Carneiro a Fernando Pessoa

   32 

 

Fernando Cabral Martins (ed), Mário de Sá-Carneiro, Poemas Completos. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

 

Poemas Completos

   33 

 

Richard Zenith (ed), Nathaniel Hawthorne, A Letra Encarnada, tradução de Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

«Nathaniel Hawthorne (1804-1864), descendente de um dos juízes responsáveis pela condenação à morte das “bruxas de Salem”, em 1862, preocupava-se muito com as questões relativas à moralidade e ao preconceito. (...) De tudo isto pouco ou nada poderia seduzir Pessoa, indiferente ao problema do bem e do mal em termos individuais, por achar que um ser humano — seja bom ou mau — é o resultado de forças exteriores que não controla.»

Letra Encarnada (A)

   34 

 

Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Ficções. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

Ficções

   35 

 

Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

«Este volume corresponde ao propósito de Pessoa de organizar esse livro de Álvaro de Campos que ele próprio previu, para que indicou o primeiro poema, sem data mas aparentemente de 1914, e o último datado de 3/2/1935.»

Poesia, Álvaro de Campos

   36 

 

Luísa Freire (ed.), Fernando Pessoa, Quadras. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

«Desconhecem-se os motivos que terão levado Fernando Pessoa a escrever, nos últimos dois anos de vida, ou seja, num período de maturidade na sua escrita, cerca de quatrocentas quadras “ao gosto popular”.»

Quadras

   37 

 

Richard Zenith (ed), Fernando Pessoa, Aforismos e Afins. Lisboa,  Assírio & Alvim, 2003.

«Fernando Pessoa amava o dito espirituoso, a máxima graciosa, a expressão sintética, o paradoxo. A maioria dos aforismos presentes nesta obra são inéditos, sendo que muitos deles estão escritos em inglês, uma das suas línguas maternas.»

Aforismos e Afins

   38 

 

Richard Zenith (ed), Fernando Pessoa, Escritos Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal.  Lisboa, Assírio & Alvim, 2003.

«Em Escritos Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal colige-se o diário de Fernando Pessoa, os seus textos mediúnicos e os textos reflexivos que versam uma variedade de temas. Os leitores deste livro ficarão a conhecer os dias em que Pessoa ia à faculdade, e aqueles em que não ia, os muitos livros que lia por dia, e os dias em que, como o poeta explica, não fez absolutamente nada.»

Escritos Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal

   39 

 

Manuela Parreira da Silva (ed.), Ricardo Reis, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2003.

Esta edição da Poesia de Ricardo Reis reúne as odes publicadas em vida de Fernando Pessoa nas revistas Athena (1924) e Presença (1927-1933), bem como todas as outras odes e poemas, atribuídos (ou atribuíveis) a Ricardo Reis, publicados postumamente. Dá ainda a conhecer uma ode inédita.

Poesia, Ricardo Reis

   40 

 

Manuela Parreira da Silva, Realidade e Ficção – para uma biografia epistolar de Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2004.

«A correspondência de e para Fernando Pessoa é um corpus denso, percorrido por uma permanente tensão entre privado e público, realidade e ficção. É, por isso também, um corpo-média entre a vida e a obra pessoanas: nem absolutamente confidencial, nem inteiramente exposto.»

Realidade e Ficção nas Cartas de Fernando Pessoa - Para uma biografia epistolar de Fernando Pessoa

   41 

 

Luísa Freire, Fernando Pessoa: Entre Vozes, Entre Línguas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2004.

«Reconhecendo em si vários eus contraditórios, não abarcáveis numa única identidade, não exprimíveis numa só voz (nem numa só língua), o poeta viaja-se ou ‘voa’ outros, isto é, desprende-se de si libertando-se nesses outros e dizendo-se entre vozes, entre línguas.»

Fernando Pessoa - Entre vozes, entre línguas (da poesia inglesa à poesia portuguesa)

   42 

 

Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia 1902-1917. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005.

«Este é o primeiro de três volumes em que se reúnem os poemas, datados entre 1902 e 1917, não atribuídos por Fernando Pessoa a nenhum dos seus heterónimos ou personalidades literárias. Inclui os poemas publicados em vida pelo autor e os que foram sendo dados a conhecer pelos mais diversos editores, desde a sua morte até ao ano de 2005.»

Poesia, 1902-1917

   43 

 

Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia 1918-1930. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005.

« Da revisão e refixação destes poemas, a partir dos manuscritos autógrafos existentes no Espólio da Biblioteca Nacional de Lisboa, resultaram, inevitavelmente, diferentes lições do texto e algumas divergências na atribuição de autoria ortónima.»

Poesia, 1918-1930

   44 

 

Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia Poesia 1931-1935 e não datada. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006.

«À semelhança do que acontece com os dois anteriores, este volume de poesia ortónima pessoana inclui poemas publicados em vida pelo autor e poemas que foram sendo dados a conhecer postumamente pelos mais diversos editores, para além de 123 poemas inéditos..»

Poesia 1931-1935 e não datada

   45 

 

Paula Cristina Costa, António Ramos Rosa, Um poeta in Fabula. Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2005.

António Ramos Rosa, Um poeta in Fabula

   46 

 

Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Poemas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005.

Poemas

   47 

 

Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar, Mariana P. Santos e Sara Afonso Ferreira (ed.), José de Almada Negreiros, Manifestos e Conferências. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006.

Manifestos e Conferências

   48 

 

Richard Zenith (ed.). Poesia do Eu. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006

«Incluem-se, em primeiro lugar, todos os poemas ortónimos em português que o próprio poeta publicou. Da sua enorme produção, que foi sendo conhecida postumamente, outros poemas foram escolhidos pela sua qualidade literária e o seu interesse temático, bem como por representarem diversos períodos e estilos.»

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Poesia do Eu

   49 

 

Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Cartas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Clique para ler a sinopse de

   50 

 

Manuela Rocha (tradução) e Richard Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

«Interessar-nos pela vida íntima de Pessoa, longe de ser um acto de voyeurismo, com o intuito de descobrir o artista escondido por detrás da sua arte, é aprofundar o nosso conhecimento dessa arte na sua globalidade.»

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Prosa Íntima e de Autoconhecimento

   51 

 

Richard Zenith (ed.). Livro do Desassossego. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Clique para ler a sinopse de

   52 

 

Luísa Freire (trad.), Richard Zenith (ed.). Poesia Inglesa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

«Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês – todos acompanhados de uma tradução em português.»

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Poesia Inglesa

   53 

 

Richard Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Clique para ler a sinopse de

   54 

 

Richard Zenith (ed.). Poesia dos Outros Eus. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

«Pessoa, ainda na infância, não inventava uns amiguinhos fictícios quaisquer, mas sim amigos escritores com quem fazia brincadeiras cada vez mais literárias.»

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Poesia dos Outros "eus"

   55 

 

Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Prosa Publicada em Vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

Colecção: Obra Essencial de Fernando Pessoa

Clique para ler a sinopse de

   56 

 

Fernando Cabral Martins (ed.). Ficções do Interlúdio - poemas publicados em vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

«Esta é uma série de poemas de que o acaso está excluído. Cada um corresponde a uma escolha que Pessoa faz para publicação — de entre o conjunto impressionante dos seus escritos, tal como hoje o conhecemos. O resultado é uma apresentação perfeita do diálogo heteronímico, passando por alguns dos momentos-chave da moderna poesia em português.»

Ficções do Interlúdio - poemas publicados em vida

   57 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Mensagem. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

Mensagem

   58 

 

Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Poemas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

«Primeiro, Sá-Carneiro teve sobretudo o génio de querer ter génio, pois a sua ânsia de Novo apenas encontrou formas recolhidas da tradição, de Nobre a Pessanha, tornadas mais intensas pelo luxo das imagens e pelo desfazer anti-romântico do ‘Eu’ sentimental — no que acompanhou o seu grande amigo Pessoa.»

Poemas

   59 

 

Ana Maria Freitas (ed.). Quaresma, Decifrador. Lisboa, Assírio & Alvim, 2008.

«Nesta edição surge reconstituído pela primeira vez o conjunto das novelas policiárias de Fernando Pessoa, por ele reunidas sob o título Quaresma, Decifrador. Estes textos, na sua maioria inéditos, têm merecido pouca atenção dos estudiosos e nunca, até este momento, tinham sido publicados no seu todo.»

Quaresma, Decifrador

   60 

 

Fernando Cabral Martins (coord.), Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português. Lisboa, Ed. Caminho, 2008.

Um conjunto de oito dezenas de especialistas consagra mais de seis centenas de artigos de síntese aos principais nomes, títulos, imagens e temas que se relacionam com Fernando Pessoa.

<i>Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português</i>

   61 

 

Lista

 

1.       Teresa Rita Lopes, Pessoa por ConhecerRoteiro para uma expedição. Vol. I. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.

2.      Teresa Rita Lopes, Pessoa por ConhecerTextos Para um Mapa. Vol. II.  Lisboa, Editorial Estampa, 1990.

3.      Teresa Rita Lopes (ed.),  Álvaro de Campos: Livro de Versos (ed. Crítica). Lisboa, Estampa,1993.

4.      Pessoa Inédito (trabalho de equipa, orientação de Teresa Rita Lopes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.

5.      Lisboa, o que o turista deve ver (apresentação de Teresa Rita Lopes, tradução do inglês de Amélia Gomes). Lisboa, Livros Horizonte, 1993.

6.      Teresa Rita Lopes (ed.), Vida e Obras do Engenheiro Álvaro de Campos. Lisboa, Editorial Estampa, 1990.

7.      Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Poemas Completos. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

8.      Fernando Cabral Martins, O Modernismo em Mário de Sá Carneiro. Lisboa, Estampa, 1994.

9.      Luisa Freire (org. e tradução), Fernando Pessoa, Poesia Inglesa. Lisboa, Livros Horizonte,1995.

10.  Manuela Parreira da Silva (org.),Fernando Pessoa. Correspondência Inédita; Lisboa, Livros Horizonte,1996.

  1. Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Notas para a Recordação do meu Mestre Caeiro. Lisboa, Editorial Estampa, 1997.

12.   Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Mensagem. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.

13.   Luísa Medeiros (ed.), Fernando Pessoa, A Língua Portuguesa. Lisboa, Assírio & Alvim, 1997.

14.   Teresa Rita Lopes (ed.), Fernando Pessoa, A Hora do Diabo. Lisboa,  Assírio & Alvim, 1997.

  1. Richard Zenith (ed.), Bernardo Soares, Livro do Desassossego. Lisboa, Assírio & Alvim, 1998.
  2. Teresa Rita Lopes (ed.), Fernando Pessoa, Vivendo e escrevendo. Lisboa, Assírio & Alvim, 1998.
  3. Fernando Cabral Martins (ed.), Ficções do Interlúdio. Lisboa, Assírio & Alvim, 1998.
  4. Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Primeiros Contos. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  5. Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Céu em Fogo. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999
  6. Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, A Confissão de Lúcio. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999
  7. Richard Zenith (ed.), Barão de Teive, A Educação do Estóico. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  8. Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, O Banqueiro Anarquista. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  9. Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, Correspondência. vol. I, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  10. Manuela Parreira da Silva (ed.), Fernando Pessoa, Correspondência. vol. II, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  11. Luísa Freire (ed. e tradução), Alexander Search, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  12. Luísa Freire (ed. e tradução), Poesia Inglesa I, Lisboa, Assírio & Alvim, 1999.
  13. Luísa Freire (ed. e tradução), Alexander Search, Poesia Inglesa II. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.
  14. Manuela Parreira da Silva (ed.), Ricardo Reis, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.

29.  Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Heróstrato e a Busca da Imortalidade. Lisboa, Assírio & Alvim, 2000.

30.  Fernando Cabral Martins e Richard Zenith (ed.), Alberto Caeiro, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

  1. Fernando Cabral Martins (ed.), Fernando Pessoa, Crítica – Ensaios, Artigos e Entrevistas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.
  2. Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Nome de Guerra. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.
  3. Manuela Parreira da Silva (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Cartas de Mário de Sá-Carneiro a Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

34.  Fernando Cabral Martins (ed), Mário de Sá-Carneiro, Poemas Completos. Lisboa, Assírio & Alvim, 2001.

35.  Richard Zenith (ed), Nathaniel Hawthorne, A Letra Encarnada, tradução de Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

36.  Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Ficções. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

37.  Teresa Rita Lopes (ed.), Álvaro de Campos, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.

  1. Luísa Freire (ed.), Fernando Pessoa, Quadras. Lisboa, Assírio & Alvim, 2002.
  2. Richard Zenith (ed), Fernando Pessoa, Aforismos e Afins. Lisboa,  Assírio & Alvim, 2003.
  3. Richard Zenith (ed), Fernando Pessoa, Escritos Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal.  Lisboa, Assírio & Alvim, 2003.
  4. Manuela Parreira da Silva (ed.), Ricardo Reis, Poesia. Lisboa, Assírio & Alvim, 2003.
  5. Manuela Parreira da Silva, Realidade e Ficção – para uma biografia epistolar de Fernando Pessoa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2004.
  6. Luísa Freire, Fernando Pessoa: Entre Vozes, Entre Línguas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2004.
  7. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia 1902-1917. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005.
  8. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia 1918-1930. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005.
  9. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas e Madalena Dine (ed.), Fernando Pessoa, Poesia Poesia 1931-1935 e não datada. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006.
  10. Paula Cristina Costa, António Ramos Rosa, Um poeta in Fabula. Vila Nova de Famalicão, Quasi Edições, 2005.
  11. Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar e Mariana P. Santos (ed.), José de Almada Negreiros, Poemas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2005.
  12. Fernando Cabral Martins, Luis Manuel Gaspar, Mariana P. Santos e Sara Afonso Ferreira (ed.), José de Almada Negreiros, Manifestos e Conferências. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006.
  13. Richard Zenith (ed.). Poesia do Eu. Lisboa, Assírio & Alvim, 2006

51.   Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Cartas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

52.  Manuela Rocha (tradução) e Richard Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

53.  Richard Zenith (ed.). Livro do Desassossego. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

54.  Luísa Freire (trad.), Richard Zenith (ed.). Poesia Inglesa. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

55.  Richard Zenith (ed.). Prosa Íntima e de Autoconhecimento. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

56.  Richard Zenith (ed.). Poesia dos Outros "eus". Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

57.  Richard Zenith (ed.), Fernando Pessoa, Prosa Publicada em Vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

58.  Fernando Cabral Martins (ed.). Ficções do Interlúdio - poemas publicados em vida. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

59.  Fernando Cabral Martins (ed.), Mário de Sá-Carneiro, Poemas. Lisboa, Assírio & Alvim, 2007.

60.  Ana Maria Freitas (ed.). Quaresma, Decifrador. Lisboa, Assírio & Alvim, 2008.

61.   Fernando Cabral Martins (coord.), Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português. Lisboa: Ed. Caminho, 2008.

 

 

 

www.fcsh.unl.pt/
iemodernismo

 

 

 

Desenho: Almada Negreiros (1893-1970), Mulher sentada lendo, 1934.